sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Caroma - H2 Zero




Caroma's new high-efficiency waterless urinal, the H2 Zero, offers performance and water conservation in one package. The unit's cartridge has a Bio Fresh deodorizing block to eliminate odors, while the Bio Seal allows urine to pass through, eliminating waste buildup. The cartridge also acts as a one-way, airtight valve to seal it from the drainage system. Both the deodorizer and Bio Seal can then be removed and replaced as required.

Totally Bamboo - Cuba




Totally Bamboo's vessel sink incorporates natural materials in an unexpected way. Sealed in waterproof polyurethane, the unit is made from solid bamboo and is available in a range of shapes and sizes. It is offered in a two-toned or honey-colored version.

Roca Portugal reduz na produção para fazer face à crise mundial

A Roca Portugal reduziu a sua produção para fazer face à crise financeira em que o mundo está mergulhado, revelou ontem Petra Fischer, administrada da empresa, localizada em Leiria.
A crise financeira, que originou uma crise imobiliária, levou a Roca a fazer um "ajuste" de produção ao mercado actual, mas Petra Fischer garantiu ao nosso jornal que o mesmo não significa a dispensa de trabalhadores.
À margem de um encontro entre a Câmara do Comércio Luso-Espanhol e cerca de duas dezenas de empresários, a administradora da Roca não quis avançar com números, mas admitiu que a diminuição na produção em relação ao ano passado "é significativa".
"Oitenta por cento da capacidade é um nível saudável para a empresa", salientou.
Sobre a crise financeira que atinge todos os mercados, Petra Fischer considerou que "é tempo de ultrapassar" a situação, através de novas metas e novos objectivos. No caso da Roca, aquela responsável adiantou que a aposta vai para a exportação para os países menos afectados pela crise, como é o caso de Portugal, país onde a empresa tem vindo a aumentar as suas vendas. "É bom vender em Portugal, porque é um dos países menos afectados pela crise", frisou.
A exploração de novos segmentos é também uma das soluções para escapar a este cenário, salientou Petra Fischer, que defendeu ainda a reabilitação de edifícios.
Com uma facturação na ordem dos 100 milhões de euros em 2007 (50 por cento facturados em Portugal e os outros 50 no estrangeiro), a Roca Portugal produz 2,5 milhões de unidades por ano.
O forte aumento da procura na Espanha nos últimos anos levou a um aumento da produção nas instalações de Leiria que, em meados de 2006, ampliou a semana habitual de cinco para uma de sete dias. No entanto, e devido às crises imobiliária e financeira que abalaram Espanha, a Roca viu-se obrigada a voltar à capacidade habitual de 80 por cento, praticada até então. Conta com 750 trabalhadores, depois de, em Julho passado, ter dispensado 80 como forma de garantir a competitividade e em reposta às crises nos mercados internacionais.

Encontro luso-espanhol

Era visível a satisfação de Joan Camps, vice-presidente da Câmara do Comércio Luso-Espanhol, ontem, no final da visita às instalações da Roca. Num encontro promovido em parceria com aquela entidade e a empresa em Leiria, Joan Camps trouxe ao concelho mais de uma dezena de empresários, sobretudo ligados ao sector da construção civil, para dar a conhecer o funcionamento da Roca.
"É espectacular", disse, no final, reconhecendo que "os processos, às vezes, surpreendem". "Nesta empresa há muito controlo manual e tem havido uma evolução e o aproveitamento e adaptação às novas tecnologias", destacou.
Por seu turno, Petra Fischer considerou a visita como uma possibilidade para criar novas parcerias. "Queremos mostrar que somos líder no mercado, o que temos, o que fazemos e o caminho para o futuro", referiu.
Destacando a aposta na produção sustentável, Petra Fischer explica que os próximos projectos da empresa passam por melhorar os produtos, consumir menos água, menos energia, apostando ainda na inovação e no design.

Gessi - Mimi




With its elegant profile and subtle curves, the Mimi faucet from Gessi adds a touch of luxury to the bath. The sculptural fixture complements a range of decors and is available in several finishes, including gold, chrome, brushed chrome and brushed nickel. The Mimi collection includes matching showerheads, valves, body jets, taps and accessories.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Empresários da construção civil questionam ministra sobre criação da CaixaPar

A criação da empresa Caixa Participações (CaixaPar), que permite que a Caixa Econômica Federal possa entrar como sócia de empresas da construção civil, não agradou aos empresários do setor. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Paulo Safady Simão, disse hoje (29) que a medida não foi negociada com o setor e pegou os empresários de surpresa.

“É um equívoco do governo. A Caixa é uma financiadora do sistema, ela detém o monopólio de financiamento. Não nos parece correto que uma empresa que financia o setor seja sócia do setor. Não estou dizendo que foi feito com essa intenção, mas é uma porta aberta para possíveis distorções da concorrência do mercado”, afirmou.

Segundo Safady, o temor é que a medida atenda apenas poucas grandes empresas do setor e deixe os pequenos empresários de lado. “Estamos pleiteando medidas universais para o mercado como um todo. Queremos uma solução de mercado”, ressaltou.

O tema foi abordado durante uma mesa redonda com a participação da ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil da Presidência da República, durante o 3º Encontro Nacional da Indústria, realizado em Brasília. Dilma explicou que a Caixa só pode ser sócia de empresas que obtiverem o nível 2 no Índice de Governança Corporativa na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). “Geralmente, as grandes empresas estão neste nível, mas nada impede que pequenas ou médias empresas estejam”, disse.

Dilma garantiu, no entanto, que os pequenos empresários da construção civil não vão ficar desamparados no caso de dificuldades financeiras, e lembrou o anúncio feito hoje pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de uma linha especial de R$ 3 bilhões para o setor. “O governo acha que as pequenas e médias empresas da construção civil são de fato o coração do setor. Elas têm que ser preservadas e certamente serão”, assegurou a ministra.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Dornbracht - Yota


I'm always drawn to simple, minimalist looks. I'm not sure whether it stems from aesthetic appreciation for that style or the fact that it's easy to keep things clean when there aren't a lot of decorative nooks and nobs to clean around. Either way, I dig the simple lines of the single-lever Yota faucet from Dornbracht.

You can get a tall version meant to pour into a vessel sink, a shorter version (shown here) perfect for an in-counter sink, or a three-hole model that trades the single lever for separate hot and cold controls.

Vale corta produção de níquel

A Vale reduzirá os volumes de produção em instalações onde os custos de operação sejam altos e suspenderá a compra de minério de ferro de terceiros enquanto a demanda se mostrar retraída com a crise financeira global, afirmou nesta sexta-feira o presidente da mineradora, Roger Agnelli.

Ele informou que duas operações de níquel - metal cujo preço caiu fortemente nos últimos meses - já tiveram a produção reduzida. A empresa cortou em 20% a produção de níquel na Indonésia, e como consequência vai reduzir para 65% da capacidade as atividades em uma processadora do metal em Dalian, na China.

"Estamos desligando os geradores a diesel na Indonésia, onde a gente trabalha a plena capacidade, e vamos trabalhar com hidroeletricidade. Em Dalian, na China, o mercado praticamente desapareceu", disse Agnelli em coletiva para comentar o balanço do terceiro trimestre de 2008.

A empresa, maior produtora mundial de minério de ferro, matéria-prima do aço, teve recorde de lucro no terceiro trimestre de R$ 12,4 bilhões, mas já prevê resultados menos favoráveis nos próximos meses.

"O quarto trimestre não deve ser tão brilhante como o terceiro, mas estamos trabalhando com tranquilidade. O mercado vai passar por um ajuste super severo, pelo qual as empresas vão se desfazer dos estoques", explicou.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Mantega anuncia linha de credito especial para construção civil

O governo vai anunciar amanhã uma linha de financiamento de capital de giro para o setor da construção civil. A informação foi dada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, aos participantes do 3º Encontro Nacional da Indústria, promovido em Brasília pela Confederação Nacional da Indústria.

"O capital de giro, de uma maneira geral, ficou muito caro e escasso e essa é uma forma para que ele possa ser recomposto", disse o ministro. Segundo Mantega, o setor precisa ter a garantia de continuidade de seus projetos. Ele disse que a idéia é melhorara as condições de financiamentos."Vou anunciar uma linha de crédito a custos bem mais reduzidos do que os praticados no mercado".

Em outro momento, o ministro afirmou que a crise terá longa duração e magnitude inédita. "Vamos ter um forte impacto na atividade econômica, na economia real. No mundo todo vai desacelerar e isso está ficando nítido agora".

Mantega se disse impressionado como o travamento do crédito pode se transmitir rapidamente para a economia real. Ele lembrou que está prevista uma recessão e até uma retração econômica, que, espera-se, não vai se transformar em depressão. "Esse é um desafio que têm os países avançados. O pacote de medidas adotadas nos Estados Unidos e na Europa apenas mitigou o problema. O problema da liquidez do crédito não está resolvido e, portanto, vai afetar seriamente a economia real".

Menor crescimento da China afeta preço de cobre

A baixa mundial no preço do cobre, que hoje fechou em US$ 1,68 a libra, foi provocada pelo menor crescimento da China que, pela primeira vez em cinco anos, caiu abaixo dos dois dígitos, segundo informou a Comissão Chilena do Cobre, Cochilco.

"Depois de manter por mais de cinco anos níveis de crescimentos de dois dígitos, a China divulgou nesta semana um crescimento de 9% para o terceiro trimestre deste ano, contrastando com o 10,1% do trimestre anterior", sustentou o relatório.
Segundo a Cochilco, este crescimento da China alerta "sobre a possibilidade de que o gigante asiático não se manteria à margem da iminente correção na atividade econômica".

"Esta notícia afetou fortemente o mercado de commodities que, ao notar sinais de desgastes no crescimento do maior consumidor de metais, provocou grandes quedas nos preços", indicou a análise.

Sobre o preço de US$ 1,68 a libra de cobre, a Cochilco disse que o metal sofreu uma redução de 20,8% em uma semana.

Os inventários totais de cobre nas bolsas diminuíram 1,2% e ficaram em 250,8 mil toneladas métricas, "suficiente para abastecer por 5 dias o consumo de cobre mundial".

"A preocupação frente a uma desaceleração mais aguda do que se esperava da demanda, repercutiu na baixa do preço do cobre e , também, em um aumento gradual no nível de inventários de cobre", sustentou o relatório da Cochilco.

A Cochilco acrescentou que durante a semana se informou sobre declínios na produção trimestral da Anglo American (menos 12,7%) e BHP-Billiton (menos 21%) no trimestre passado.

Sobre a projeção do preço futuro, a Cochilco indicou que a análise técnica "dependerá principalmente do que acontecer com a evolução dos mercados financeiros e com os acontecimentos econômicos, além dos fatores próprios da indústria". (ANSA)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

No Brasil a construção civil lidera expansão do setor industrial

A construção civil cresceu 9,9% no segundo trimestre deste ano, em relação a igual período em 2007.

A construção civil cresceu 9,9% no segundo trimestre deste ano, em relação a igual período em 2007, e comandou a expansão do setor industrial, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto), divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No semestre, o desempenho da construção civil subiu 9,5%.

Para a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, essa performance foi influenciada pelo aumento das obras públicas, entre as quais as incluídas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Outros fatores mencionados por ela foram o crescimento do crédito direcionado ao setor de habitação 26,7% no segundo trimestre, em termos nominais - e o aumento de 5% da população ocupada na construção.

A indústria extrativa mineral teve alta de 5,3% no segundo trimestre, no embalo do crescimento de 7,3% da extração de minério de ferro, e de 5,1% de petróleo e gás. O setor petrolífero é responsável por mais de 70% do total da indústria extrativa mineral.

Palis destacou ainda o desempenho dos setores automobilístico e de máquinas e equipamentos, que contribuíram decisivamente para que a indústria de transformação alcançasse um desempenho 4,8% superior ao que fora constatado no segundo trimestre de 2007.

O setor industrial cresceu 5,7%, na comparação com o período de abril a junho do ano passado. No semestre, essa expansão chegou a 6,3%. Em relação ao primeiro trimestre de 2008, a indústria teve alta de 0,9%, e nos últimos 12 meses, acumula elevação de 5,5%.