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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Varejistas mantêm plano de expansão

Embora os efeitos da crise financeira mundial tenham afetado principalmente a cadeia produtiva da construção, as grandes redes de varejo de material fazem um balanço positivo de 2008 e mantêm a previsão de crescimento em 2009. "O panorama atual ainda é de incertezas. A grande pergunta sobre a atual crise é com que velocidade o esforço mundial conseguirá superá-la. No entanto, para que o impacto seja menor, é preciso que governo, empresários e a sociedade em geral se unam neste esforço e cada um faça a sua parte", acredita o direto-geral da Telhanorte, Fernando de Castro.

Para ele, é necessário que a indústria e o comércio mantenham o nível de emprego, assim os consumidores podem continuar comprando. Além disso, o governo, por sua vez, deve fazer uma boa gestão, seja no controle de gastos, na manutenção dos investimentos ou nas linhas de crédito. 'Se tudo isso ocorrer e for bem gerido por todos, o impacto da crise pode ser menor", disse.

No mesmo sentido, o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, conta que desde de o ínicio do agravamento da crise, em meados de setembro, a rede promoveu ações com ênfase em manter a confiança do consumidor, oferecendo crédito e negociando com a indústria para não repassar aumentos de preços aos clientes. No entanto, a crise fez a Dicico traçar dois planos diferentes de expansão para 2009, que será executado conforme o desempenho do mercado. "A Dicico vai continuar investimento na expansão, entretanto, temos dois planos que serão executados conforme o desempenho do mercado. No plano mais moderado, planejamos abrir 10 novos home-centers no Estado de São Paulo. Já o projeto mais otimista, além dos 10 home-centers, contempla a abertura de outras 10 unidades no nosso formato de lojas menores", afirma Markakis.

Voltada para a classe A e B, a C&C Casa e Construção não revela os planos para 2009. Em 2008, investiu R$ 18 milhões na abertura de uma loja em Duque de Caxias (RJ). Um ano antes a companhia havia inaugurado uma unidade e reinaugurado outras duas, todas no Estado de São Paulo.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Aumentam os estoques no varejo da construção

O varejo especializado na venda de material de construção começa o ano com disposição. Depois de segurar os pedidos para a indústria de novembro até a primeira quinzena de dezembro, por conta de dificuldades de crédito junto aos fornecedores e do aumento de preço dos produtos com insumos importados, os varejistas estão não só voltando a se abastecer, mas também elevando os pedidos. "O varejo segurou as compras e desovou os estoques no final de 2008 através de ofertas para fazer caixa. Agora, as redes estão com estoques baixos e precisam repor produtos. Os executivos negociam à exaustão para conseguir bons preços", diz Cláudio Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).

De acordo com a entidade, os varejistas estão dispostos a aumentar os estoques em até 10% para conseguir descontos em seus pedidos. A C&C, maior rede varejista do setor, confirma a disposição do varejo para negociar maiores volumes com a indústria. E na rede Dicico, as negociações estão ainda mais agressivas. Em algumas categorias a varejista encomendou até 25% a mais do que normalmente compraria para esta época do ano. "Aumentamos o volume de compras e conseguimos boas negociações", afirma Dimitrios Markakis, presidente da empresa.

Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne com o setor da construção civil e infraestrutura para discutir medidas de incentivo a estas áreas. A principal expectativa do varejo é a redução da burocracia em financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Ney Galvão é o novo diretor geral da Telhanorte

Ney Galvão assumirá, a partir de 2º de janeiro, a direção geral da Telhanorte, uma das principais redes de materiais de construção do país. Galvão atualmente ocupa o cargo de Diretor de Operações.

Ney Galvão substitui Fernando de Castro, que exercerá a função de Diretor Corporativo de Estratégia, Desenvolvimento e Recursos Humanos para a América do Sul do Grupo Saint-Gobain, controlador da Telhanorte.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Quero-Quero vai fazer compras

O fundo Advent, que assumiu a Quero-quero em setembro, está elaborando um grande plano de expansão. A primeira empresa adquirida deve ser anunciada nos próximos meses, informa o Valor Econômico desta quinta-feira, 27. Segundo a reportagem, parte da gestão pode ser deslocada de Santo Cristo para Porto Alegre.

A intenção do grupo é crescer através de aquisições de empresas menores iniciando nos estados do Sul. A meta do Advent é chegar a 400 lojas na região em quatro anos e depois progredir para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Atualmente, são 170 pontos de venda, sendo 167 no Rio Grande do Sul e três no oeste de Santa Catarina. Até o final do ano que vem, a previsão é de que se chegue a 200 lojas. A meta de faturamento de 2008 é de R$ 1 bilhão. Até 2012, a meta é alcançar os R$ 3 bilhões.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Varejo de materiais para construção se anima mais com ação da Caixa

O varejo de materiais para construção está animado com a ampliação do limite de financiamento anunciado pela Caixa Econômica Federal para quem vai construir ou reformar. Segundo o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, essa linha de crédito atinge principalmente os consumidores que desejam reformar a casa, o que deve impactar positivamente as vendas da rede. "Cerca de 61% das nossas vendas é para reforma e os outros 29% para construção, ou seja, esse aumento de crédito vai ser muito importante para o nosso negócio", avalia.

A Caixa Econômica Federal ampliou o acesso à linha de crédito Construcard, para aquisição de material de construção. O limite de financiamento passou de R$ 7 mil para até R$ 25 mil. O empréstimo tem juros de 6% a 8,16% ao ano, de acordo com a faixa de renda do tomador. Atualmente, o limite de renda para este produto é de R$ 1,9 mil.

Dimitrios Markakis acredita que sua rede será mais beneficiada que algumas concorrentes, pois ele ataca diretamentente a população de baixa renda. "Esse financiamento é voltado para famílias com renda abaixo de R$ 2 mil. É a cara da classe média, que é a nossa cara", se anima.

O executivo revela que a Dicico ainda não percebeu reflexos queda na confiança do consumidor brasileiro, que foi afetada pelo noticiário sobre a crise financeira mundial. "A classe A está sendo mais prejudicada, pois é um grupo mais seleto que tinha investimentos e aplicação em bolsa de valores. Esse grupo não é nosso foco. Nosso cliente tem outro perfil", explica ele, lembrando que a maior parte das 40 lojas estão localizadas em regiões periféricas.

Do outro lado, mais dirigida para as classes A e B, a C&C Casa e Construção não revela o volume de vendas, mas de acordo com o diretor de marketing, Mauro Florio, o faturamento continua dentro do projetado pela empresa. Para Florio, a iniciativa da Caixa vai incentivar o consumo, fazendo com que o comércio de material para construção "gire mais rapidamente as mercadorias". "Não sentimos uma redução, mas certamente a iniciativa vai evitar que as vendas caiam junto com a confiança do consumidor", disse.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

C&C Casa e Construção inaugura seu 8º home-center no Rio de Janeiro

Investimento total atinge R$ 18 milhões e loja, em Duque de Caxias, é a primeira da rede na região a contar com ambientes que simulam o interior de uma residência

A C&C Casa e Construção, maior rede varejista de materiais para construção, reforma e decoração do País, abre mais uma loja no Rio de Janeiro, no Caxias Shopping (Rodovia Washington Luiz, nº 2.895), em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. O empreendimento, o oitavo da rede no Estado, ocupa 8.000 m2 e recebeu investimentos totais de aproximadamente R$ 18 milhões. A inauguração está programada para o dia 19 de novembro.

O home-center tem uma inovação. Ele destaca-se pela montagem de ambientes que simulam o interior de uma casa. “Estamos deixando o conceito de loja por departamento e adotando essa nova tendência, que reúne os produtos por ambientes, como banheiro, cozinha, sala e jardim, entre outros. Dessa forma, o cliente encontra em um só local todas as necessidades para determinado cômodo, o que facilita suas compras”, destaca Mauro Florio, diretor de Marketing da C&C.

Esse conceito foi implantado com sucesso na loja C&C de Campinas, inaugurada em 2007, e agora chega ao Rio de Janeiro. “A aceitação desse modelo foi ótima e o reflexo também aparece nas vendas. Há clientes que pedem exatamente o projeto exposto na loja”, completa Flório. Essa tendência deve ser adotada nas demais unidades da rede.

Com mais esta inauguração, a rede C&C passa a contar com 40 lojas. O novo home-center oferecerá aos clientes da Baixada Fluminense mais de 45 mil itens, entre materiais para construção, decoração, iluminação, utilidades domésticas, móveis, eletrodomésticos e eletrônicos. A loja também oferece todos os serviços disponíveis nas demais unidades C&C, como a sexta-feira da mulher, o dia do aposentado (4ª feira), vendas on-line, mão-de-obra C&C e cartão de crédito exclusivo C&C Visa.

Responsabilidade Social - Engajada em promover ações de responsabilidade social, a C&C oferece cursos e exames médicos gratuitos para a população, apóia eventos ecológicos, projetos educacionais e realiza frequentemente campanhas em prol de instituições assistenciais. Entre as atividades rotineiras da empresa já foram implantadas a coleta seletiva de lixo e o uso de papel reciclado na elaboração de material promocional, para conscientizar clientes e funcionários da importância de contribuir com a sociedade e preservar o meio ambiente.

Com capital 100% nacional, a C&C Casa e Construção é líder do mercado varejista de materiais para construção, reforma e decoração do País. A rede conta com 40 unidades espalhadas pelos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo 37 home-centers e 3 lojas Express. Em São Paulo, são 32 lojas distribuídas pela capital, Grande São Paulo, interior e baixada santista. No Rio de Janeiro, são agora oito lojas, seis na capital do Estado, uma em Niterói e a nova, em Duque de Caxias.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Mauá ganha loja Dicico em dezembro

A Dicico, uma das maiores redes varejistas de materiais de construção do país, dá continuidade a sua estratégia de expansão e abrirá mais três unidades até o fim de dezembro. Na região, a cidade de Mauá será contemplada com uma home center, as outras cidades serão Indaiatuba e Itu (no interior paulista).

Para cada nova unidade, a Dicico investe aproximadamente R$ 4 milhões, com geração de 100 empregos diretos e cerca de 50 indiretos. As inaugurações fazem parte da estratégia de expansão da companhia: até o momento doze novos pontos-de-venda já foram abertos neste ano. Quando concluir seus planos para 2008, a empresa terá 43 lojas.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Leroy Merlin continua plano de expansão

No dia 30 de outubro de 2008, os goianos irão conhecer a 16ª loja da rede de home centers do setor de Varejo de Material de Construção Leroy Merlin. Completando dez anos de Brasil neste ano, a marca continua com seu plano de expansão a todo o vapor, a despeito do cenário econômico mundial um tanto turbulento. Para 2009 já estão previstas mais duas novas lojas: uma em Belo Horizonte, para reforçar sua presença em Minas Gerais, uma vez que já existe uma loja Leroy Merlin em Contagem; e outra em Porto Alegre, a primeira no Estado do Rio Grande do Sul. “Nosso plano de expansão está acelerado e já estamos estudando nossa chegada em diversos Estados brasileiros, tanto aqueles onde já estamos presentes quanto nos novos mercados”, afirma Fernando Botton, diretor de Expansão da rede.

O crescimento da marca se deve ao bom momento do mercado e também ao desenvolvimento econômico positivo que estamos vivendo no Brasil. O mercado imobiliário continua crescendo e está bem aquecido. Para o setor de Varejo de Material de Construção, o melhor momento ainda está por vir, uma vez que seu crescimento depende diretamente do consumidor, e não das construtoras. “Vamos sentir o impacto positivo do chamado boom imobiliário quando o consumidor começar a receber o imóvel que comprou. Muita gente ainda está comprando apartamentos que só vão ser entregues daqui a um ou dois anos. Estamos prontos para atender os consumidores que receberão seus imóveis em 2009. E quem pretende construir também continua contando a variedade e o preço da Leroy Merlin”, completa Botton.

A previsão de rede de home centers é inaugurar de três a cinco lojas por ano nos próximos três anos, se a situação do mercado continuar positiva.

Perfil da Leroy Merlin - A Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 trazendo um novo conceito para o mercado de Material de Construção. Com foco na qualidade de produtos, atendimento e serviços, a empresa abriu lojas com ambientes espaçosos e agradáveis para receber melhor seus clientes. Especializada em Construção, Acabamento, Bricolagem, Decoração e Jardinagem, a Leroy Merlin comercializa mais de 70 mil itens divididos em 14 setores: Materiais Básicos, Madeiras, Elétrica, Ferramentas, Tapetes, Cerâmica, Sanitários, Encanamentos, Jardinagem, Ferragens, Ordenação, Pintura, Decoração e Iluminação. As lojas oferecem serviços diferenciados, como corte de chapas de madeira e vidro, enquadramento, confecção de cortina sob medida e entrega em domicílio.
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Fala! Minas cria campanha nacional para Telhanorte

O escritório mineiro da agência Fala! produziu para a Telhanorte a campanha para uma promoção realizada em suas lojas cujo slogan é: “Antecipe sua reforma: sua casa merece um Natal divertido”. Com a ação, a Telhanorte objetiva incentivar reformas que deixem as casas prontas e renovadas para as festividades de Natal.

A Telhanorte possui três lojas na Região Metropolitana de Belo Horizonte e mais 25 lojas em todo o Brasil. A Fala! Minas produziu esta campanha para toda a rede Telhanorte, após vencer concorrência com agências de todo o Brasil.

O plano de mídia prevê 800 inserções em TV, campanha de rádio, anúncios para mídia impressa e tablóides promocionais. Também foram incluídas ações promocionais, como carro de som e distribuição de pipoca e balões nas lojas.

“Sem a mesmice comum às campanhas varejistas de materiais de construção, a agência optou por uma linha criativa que aposta no lúdico. O objetivo é mostrar que, com a Telhanorte, transformar a casa para o Natal é fácil como brincadeira de criança”, avalia Kiko Siqueira, um dos sócios da Fala! Minas e diretor de Criação.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Leroy Merlin dez anos no Brasil com visão de futuro

A Leroy Merlin, empresa do Grupo Adeo que completa dez anos no Brasil em 2008, tem conquistado cada vez mais mercado no ramo do varejo de material de construção. Já são 15 lojas espalhadas pelo Brasil. Com visão de longo prazo e preocupação com o desenvolvimento sustentável, a empresa chegou no País para ficar. As metas para os próximos anos são promissoras, e a empresa acredita que deve parte do sucesso que já tem - e que pretende alcançar - a seus cerca de 3.000 colaboradores.

Para isso a Leroy Merlin Brasil está investindo num trabalho diferenciado que representa a construção de um Projeto de Empresa, ou seja, a empresa que todos querem construir de maneira participativa, envolvendo todos os colaboradores e com forte engajamento das lideranças como facilitadores do processo. “O Projeto de Empresa é um projeto de construção coletiva que conta com a participação de todos os colaboradores da Leroy Merlin Brasil para retratar a empresa que todos queremos construir e conduzir juntos. Ele reforça a identidade da Leroy Merlin e o jeito como queremos ser reconhecidos pelos nossos colaboradores e nossos clientes”, explica Julieta Nogueira, diretora de Recursos Humanos da Leroy Merlin Brasil. O projeto se baseia em princípios que devem guiar os relacionamentos e o desenvolvimento de todos dentro da empresa, norteando suas ações para os próximos 20 anos.

A idéia surgiu em 1988, na Leroy Merlin da França, e resultou na definição dos três pilares que sustentam as bases da empresa: Equipe, Profissionalismo e Resultado. A Leroy Merlin Brasil aplicou as mesmas bases do Projeto original desde sua instalação no Brasil e, em 2007, o Comitê de Direção da empresa decidiu criar um Projeto de Empresa brasileiro, resultando na introdução de um quarto pilar: o de Desenvolvimento Sustentável. “Queremos engajar todos na conquista de mais este objetivo, na construção da empresa que queremos. Vamos valorizar uma idéia que surgiu não de uma necessidade, mas sim de uma filosofia empresarial baseada na participação e na contribuição de todos”, ressalta Julieta.

O projeto é uma iniciativa da Gerência Geral da empresa e está sob sua liderança com total envolvimento da Diretoria de Recursos Humanos e, especificamente, da Gerência de Formação, que têm o objetivo de apoiar todos os processos de adaptação cultural e de transformação da empresa.

Perfil - A Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 trazendo um novo conceito para o mercado de Material de Construção. Com foco na qualidade de atendimento, produtos e serviços, a empresa abriu lojas com ambientes espaçosos e agradáveis para receber melhor seus clientes. Especializada em Construção, Acabamento, Bricolagem, Decoração e Jardinagem, a Leroy Merlin comercializa mais de 65 mil itens divididos em 14 setores: Materiais Básicos, Madeira, Elétrica, Ferramentas, Tapetes, Cerâmica, Sanitários, Encanamentos, Jardinagem, Ferragens, Organização, Pintura, Decoração e Iluminação. As lojas oferecem serviços diferenciados, como corte de madeira e vidro, enquadramento, confecção de cortina sob medida e entrega em domicílio, entre outros.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Telhanorte abre as portas da 29a unidade da rede em Piracicaba

Cerca de 45 dias apás o início das obras, á avenida Doutor Cássio Paschoal Padovani, 1800, no bairro Morumbi, a Telhanorte, companhia gigante no mercado de construção, há 30 anos, bate o martelo quanto á inauguração da nova unidade, a 29á da rede, em Piracicaba.

Ontem (23), foi confirmado que a loja, de 8,5 mil metros quadrados de área construída e 2,4 mil metros quadrados de espaço destinado a vendas, começará a funcionar pra valer, ao público da cidade e região, nesta segunda-feira (29). Das 9 horas ao meio-dia, jornalistas terão acesso ás dependências da empresa que garantirá, ao consumidor, um mix de 55 mil itens distribuídos em diversos setores, como pintura, iluminação, esquadrias, banheiros, cozinhas, pisos, revestimentos, entre outros. Na cidade, serão investidos aproximadamente R$ 25 milhões, e contratadas 150 pessoas.

Do total de empregados chamados a compor a equipe Telhanorte em Piracicaba, 90% são oriundos do município. De acordo com o diretor-geral da empresa, Fernando de Castro, que estará na cidade nesta segunda-feira, recepcionando a imprensa e os piracicabanos, o chamado time de colaboradores foi treinado 'para atender aos clientes de forma rápida e adequada. Em cada departamento, ainda segundo Castro, haverá um vendedor técnico que auxiliará o comprador na escolha do produto.

"A busca pela solução completa e atendimento especializado sempre foram pontos fundamentais para a rede. Piracicaba foi escolhida porque polariza, diretamente, 11 cidades e, indiretamente, outros 12 municípios de menor porte em seu entorno. Mais do que ofertar produtos, a companhia disponibiliza serviços agregados como consultoria, arquitetos e vendedores especializados", diz o diretor-geral.

Além da diversidade de serviços padrões da empresa, a nova loja terá estacionamento coberto e gratuito, com 66 vagas, lanchonete e Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). A Telhanorte oferecerá mais de 70 modalidades de pagamento, com destaque para a oportunidade de parcelamento em atá 24 vezes, com taxa de 1,99% e parcela mínima de R$ 20,00, ao más. As despesas podem ser pagas com cartão da empresa.

Ao todo, a Telhanorte empresa 4,7 mil pessoas e dispõe de um Centro de Distribuição situado na cidade de Jundiá (SP), com cerca de 96 mil quadrados de área total, sem contar uma Central de Televendas. São 38 unidades, sendo 32 implantadas no Estado de São Paulo, trás em Minas Gerais; e outras trás no Paraná.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Victoria & Albert




Victoria & Albert's York tub is stately yet sleek. Giving classic Victorian style a modern twist, the streamlined unit measures 68 in. x 31 in. Ideal for one or two users, a deep soak is ensured by its 73-gallon capacity. Crafted from Englishcast, a volcanic limestone mixed with resin, the pedestal base is skirted to the floor with a center drain.
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Quero-Quero tinha contratado banco de investimento para coordenar sua ida à Bovespa

Um dos melhores termômetros do apetite do mercado por investimentos de longo prazo, a indústria de private equity, que compra participações em empresas emergentes, está sendo beneficiada pela turbulência nas bolsas de valores e ruma para novo recorde no Brasil em 2008.

Contando os recursos levantados por grandes instituições do setor, como Pátria, Gávea, AIG Investments, mais um fundo que está sendo levantado pelo GP estimado em cerca de 2 bilhões de dólares, o setor já superou o recorde de 4 bilhões de dólares captados ao longo do ano passado.

Na outra ponta, a compra de participações em empresas vai se amontoando. Uma das últimas foi a do grupo varejista gaúcho Quero-Quero, arrematado pelo gigante Advent International por um valor estimado em cerca de 200 milhões de reais, no início do mês. Isso sem contar outros gigantes, como Carlyle e General Atlantic, que há meses estão desenhando fundos na casa do bilhão de dólares para entrar na região.

"Essa turbulência está ajudando nosso negócio", diz Patrice Etlin, principal sócio no país do Advent, maior investidor do ramo no Brasil, adiantando que anunciará outra aquisição no setor varejista brasileiro na semana que vem.

E um dos principais motivos desse movimento é justamente a turbulência nas bolsas de valores, que paralisou a indústria de IPOs (ofertas públicas iniciais de ações, na sigla em inglês).

Com nada menos de 64 estréias na Bovespa em 2007, companhias ainda em fase intermediária passaram a preferir ir direto à bolsa captar recursos, em vez de aceitar como sócio um fundo de private equity, cuja principal atividade é profissionalizar a gestão das companhias, preparando-as para acessar sozinhas o mercado de capitais.

"Como havia farta oferta de recursos, os empresários começaram a enxergar suas próprias empresas com uma idéia errada. Por isso, ficou mais difícil fechar negócios", diz Luiz Eugênio Figueiredo, presidente da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP).

Com a crise, a história mudou. Foram apenas quatro lançamentos na Bovespa: Nutriplant , Hypermarcas , Le Lis Blanc e OGX Petróleo e Gás .

MAIS OPERAÇÕES

Fechada a generosa janela do mercado de capitais, companhias que precisavam rapidamente de recursos para financiar seu crescimento, especialmente as que operam em mercados em fase de consolidação, começaram a pensar de novo em ter fundos de participações como sócios.

Um desses casos foi a própria Quero-Quero. A companhia já tinha até contratado banco de investimento para coordenar sua ida à Bovespa quando a crise exigiu mudança de planos.

Outra que está indo pelo mesmo caminho é a Lojas Maia, rede varejista que atua no Nordeste --que também desistiu do IPO e está negociando a entrada de um fundo de private em seu capital.

"Temporariamente, ter um fundo como sócio tinha deixado de ser a primeira opção. Agora, existem diversas operações desse tipo em andamento. Algumas devem sair ainda este ano", diz José Eduardo Carneiro Queiroz, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho.

Segundo fontes do mercado, entre as instituições que podem anunciar novidades já nas próximas semanas estão, além do próprio Advent, o Actis, o Darby e o GP.

TI do grupo Leroy Merlin

“Todas as pessoas da equipe são comerciantes”. A frase, dita logo no início da entrevista, sintetiza a forma como Anderson Cunha, diretor de TI do grupo Leroy Merlin, enxerga a tecnologia no dia-a-dia do grupo, que atua no mercado de material de construção. Confira os outros vencedores do IT Leaders 2008.

Com 17 funcionários e 40 prestadores de serviço, a equipe de TI da Leroy Merlin é norteada pela filosofia do executivo, que espera que seus colaboradores desenvolvam um raciocínio de comerciantes. “Quando você pensa assim, se está fazendo um grande processo de data center e alguém liga e diz que está com três caixas parados, você pára o que está fazendo e vai verificar a causa-raiz”, pondera.

Na análise de Cunha, pensar como no comércio significa procurar comprar bem, armazenar bem e vender bem. “Pensando assim, você vai buscar o atendimento e a causa da causa. Cria-se outra abordagem no tratamento do dia-a-dia e na escolha dos projetos”, defende o diretor de TI.

Seguindo a mesma filosofia, sob a liderança de Cunha, no último ano a Leroy Merlin modernizou a infra-estrutura de caixas de pagamento instalados nas 15 lojas da rede em todo o Brasil, com a substituição do sistema anteriormente utilizado. Também merece destaque a implantação de um novo sistema que permite monitorar, em tempo real, o pedido do cliente. Com isso, é possível identificar quais pedidos estão sujeitos a atraso e solucionar o problema antes mesmo que ele aconteça.

A ferramenta criou novas responsabilidades para a equipe da rede de material de construção. “Ele olha e sabe que o fornecedor está com dificuldade para cumprir o prazo e age antes de haver o problema. Antes, o processo era super reativo”, explica. A taxa de entrega de produtos na data correta está na casa de 90%, estima o diretor de TI.

Para o executivo, o maior valor percebido pelas lojas com o novo sistema foi a possibilidade de identificar e solucionar os problemas antes que eles chegassem até os clientes. “Com a demanda mais alta, o problema acontece para todo mundo, porque o fornecedor entrega para todo mundo e todo mundo quer comprar e rápido”, analisa.

Outro destaque é a conclusão da montagem do data center da Leroy Merlin, cuja capacidade, segundo o executivo, é de 40 mil/tpmC (transações por minuto), dividida em dois clusters, além de um terceiro de reserva. O centro é atendido por dois firewalls.

A montagem do data center, que funciona no Centro de Tecnologia da IBM, em Hortolândia, São Paulo, começou há quatro anos, partindo da centralização de sistemas, que funcionavam espalhados em um servidor em cada loja da rede. Hoje, cada unidade tem dois links de comunicação redundantes e o centro de distribuição da empresa conta com dois servidores RISC e um sistema de back up com Oracle Rack.

A infra-estrutura tem um ano e meio e o diretor de TI da Leroy Merlin prevê que ainda este ano a capacidade do data center será expandida, para suportar o avanço da rede nos próximos três anos. Cunha não revela a previsão de crescimento, mas ainda este ano serão abertas três novas lojas da rede no País. “A infra-estrutura não pode esperar a loja abrir para ser implantada”, ressalta.

Dos 3 mil funcionários da Leroy Merlin no Brasil, 70% são usuários diretos de recursos de TI. O investimento da empresa em tecnologia da informação ultrapassa os 2% do faturamento bruto da companhia, número que a rede não divulga.

PMO
O maior desafio de Cunha foi montar o Project Management Office (PMO), ou escritório de gerenciamento de projetos, pois a iniciativa exigiu o envolvimento de diversas áreas da Leroy Merlin. A criação do PMO levou mais de um ano, por exigir o alinhamento de diversas áreas e hoje o escritório tem 80 projetos. “O papel da TI como pessoa de negócio entra muito forte nessa hora, porque tenho que ter convicção na hora de discutir com o comitê”, afirma.

O executivo participa do comitê estratégico da Leroy Merlin e se reporta diretamente ao presidente do grupo no Brasil. A companhia optou por terceirizar toda tarefa que não tem relação direta com o conhecimento de varejo. Mas a equipe de Cunha conta com um líder de TI para cada grupo de funções, como produção, PMO, organização de processos e desenvolvimento.

Ao longo da conversa, Cunha mostrou que gestão de TI significa pró-atividade, para garantir clientes satisfeitos e caixas registradoras funcionando a todo o vapor. “A forma de pensar como comerciantes faz com que a minha equipe esteja nas lojas e a capacidade de ouvir as pessoas faz com que a gente deixe a posição de apagar incêndio e vá para uma posição pró-ativa”, comemora. “E com isso você passa a participar dos processos e da construção da empresa quando as idéias estão nascendo”, finaliza.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Advent compra Quero-Quero

A rede gaúcha Quero-Quero acaba de ser adquirida pelo fundo americano Advent. Depois de um ano de negociações, a transação foi fechada em R$ 200 milhões.

O grupo, que mantém uma estrutura de 170 lojas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, atua nos segmentos de materiais de construção, eletro e móveis. Em 2008, a receita deverá superar os R$ 700 milhões.

O fundo Advent comprou 95% do Grupo, incluindo a financeira, a administradora de consórcios e a empresa de cartões de crédito, que conta com mais de 1,5 milhão de unidades emitidas. A aquisição das operações financeiras, entretanto, ainda deve ser aprovada pelo Banco Central.

Com a compra, o atual presidente e um dos acionistas da Quero-Quero, Wilmar Hammerschmitt, passa para o Conselho de Administração. Já a presidência do grupo ficará ou com Daniel José, atual vice-presidente da rede, ou com um ex-diretor da Dicico, informa o DCI.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Dicico registra em cartório compromisso com prazo

A rede de varejo de materiais para construção Dicico anunciou hoje a decisão de registrar em cartório o ´Compromisso de Pontualidade na Entrega´, que é válido tanto para produtos disponíveis em estoque, quanto para encomendas. A Dicico combina com o cliente uma data para entrega e, caso ocorra algum atraso, a empresa se compromete a devolver o dinheiro pago pelo frete.

Segundo o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, essa é uma ação inédita no mercado. A iniciativa visa garantir ao consumidor que a mercadoria será entregue no prazo combinado. "Se isso não acontecer, o cliente será reembolsado com o valor do frete, sem nenhum tipo de burocracia", esclarece Markakis

O prazo de entrega é definido com o cliente no ato da compra. No caso de produtos cuja entrega dependa de encomenda ao fabricante, o prazo será informado ao consumidor no momento do fechamento da compra, quando o cliente recebe uma cópia do pedido de venda, contendo os itens comprados, quantidades, valores pagos e prazo de entrega.

Das vendas realizadas pela companhia, 60% são entregues na casa do cliente. Para cumprir o Compromisso da Pontualidade na Entrega, a Dicico conta com um Centro de Distribuição (CD) de 40.000 m² de área de armazenagem em um terreno de 200.000 m², localizado entre as rodovias Dutra e Ayrton Senna, o que torna fácil o acesso da frota de 300 caminhões que fazem seis mil entregas diariamente para todas as regiões onde a rede atua. Além disso, o CD opera 24 horas por dia, sete dias da semana, empregando 500 colaboradores.

A pontualidade na entrega não é o primeiro compromisso que a Dicico registra em cartório. Há um ano, a empresa também registrou o ´Compromisso de Menor Preço´. Caso o consumidor encontre qualquer produto na concorrência com um preço mais baixo, o que acredita ser difícil acontecer, a Dicico dá o desconto na hora.
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Advent International acquires Quero-Quero

Advent International, the global private equity firm, today announced that it has acquired Quero-Quero, a leading home-improvement retailer in the south of Brazil. Quero-Quero's selling shareholders have retained a minority stake in the company. The value of the transaction was not disclosed.

Founded in 1967 as a one-store retailer, Quero-Quero has expanded significantly and today operates 170 home-improvement stores in small and mid-sized towns across Rio Grande do Sul, a state in southern Brazil. The stores offer a wide assortment of building materials, home appliances, electronics and furniture.

Quero-Quero also owns a credit card company, VerdeCard, which has two million cards issued through a network of over 20,000 affiliated stores, and a consumer finance company, providing consumer credit, personal loans and extended warranties. Combined, the group has over 3,000 employees and is forecasting sales of US $450 million for 2008.

The acquisition of Quero-Quero was funded mainly by Advent's LAPEF IV fund, which closed on $1.3 billion in July 2007 and is the largest private equity fund in Latin America. Advent also announced today the acquisition of Aerodom, the leading airport group in the Dominican Republic, and in the last 12 months the firm's Latin American team has invested in seven companies with a combined enterprise value of over $2.5 billion.

"Quero-Quero is a very successful company in small and mid-sized communities in southern Brazil," said Luiz Antonio Alves, a Principal in Advent's Sao Paulo office. "It combines home-improvement retailing and consumer finance services for low-income consumers. Our investment will broaden the company's growth capabilities in two sectors where Advent has significant experience in Latin America."

One of Quero-Quero's key strategic objectives is to become the market leader in all three states of southern Brazil. "The home-improvement segment is expected to grow rapidly, as Brazil still has a large housing deficit and low-income consumers are becoming more affluent," Mr. Alves said. "As Quero-Quero seeks to profit from these trends, its consumer finance and credit card businesses will be important differentiating factors, compared with other retailers."

To achieve regional leadership, Quero-Quero plans to open over 200 new stores in the south of Brazil in the next four years. Additionally, the company will seek to accelerate growth by increasing the number of credit cards issued and expanding VerdeCard's affiliated network of outlets.

Quero-Quero's existing management will continue to oversee the company and drive the growth initiatives. "Quero-Quero has an excellent management team, known for its focus on innovation, large investments in technology and development of a talent pool from the communities where the company operates," Mr. Alves said. This core executive group will be reinforced by a number of new outside directors with relevant experience in southern Brazil, including Christophe Auger, who has a broad background in the retail sector, having worked for Wal-Mart, Sonae and local retailer Dicico.

Quero-Quero operates in two sectors where Advent has a strong track record in Brazil: retail - with recent investments including Viena, Grupo RA and Dufry South America - and consumer finance services - with investments including CSU CardSystem and Parana Banco.

Advent International is one of the most established and successful private equity investors in Latin America. Since it began operating in the region 12 years ago, the firm has invested in 38 companies with a combined enterprise value exceeding US $8 billion.(1) Advent also has a strong history of realizations, having exited 20 investments, primarily through trade sales and IPOs. For the last three years, Advent has been voted Latin American Private Equity Firm of the Year in a reader poll organized by Private Equity International magazine and PrivateEquityOnline.

About Advent International

Founded in 1984, Advent International is one of the world's leading global buyout firms, with offices in 15 countries on four continents. A driving force in international private equity for more than two decades, Advent has built an unparalleled global platform of over 120 investment professionals across Western and Central Europe, North America, Latin America and Asia. The firm focuses on international buyouts, strategic restructuring opportunities and growth buyouts in five core sectors, working actively with management teams to drive revenue and profit growth in portfolio companies. Since inception, Advent has raised $24 billion in private equity capital and completed more than 250 buyout and private equity transactions valued at over $40 billion in 40 countries. For more information, visit www.adventinternational.com.

(1) Combined enterprise value of Advent's Latin American portfolio companies. Current investments valued as of June 30, 2008; realized investments valued at time of exit.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Fundo Advent adquire a rede Quero-Quero

A gestora de fundos de private equity Advent International, uma das líderes mundiais em investimentos em empresas de capital fechado, assumiu o controle da rede gaúcha de varejo Quero-Quero. O contrato foi assinado na sexta-feira passada e a operação é avaliada em cerca de US$ 300 milhões.

O investimento para a expansão da Quero-Quero é o maior da trajetória de 11 anos da Advent no Brasil, onde já tem o controle da rede Viena, Grupo RA e Dufry South América. O negócio é feito em um momento de forte expansão do setor de construção civil, o principal negócio da Quero-Quero. "O que a gente levaria dez anos para crescer vamos conseguir fazer em quatro", afirmou o presidente da rede gaúcha, Wilmar Hammerschmitt.

Nos próximos anos a Quero-Quero planeja a abertura de mais de 200 novas lojas na região Sul do País, chegando a 400 unidades. Nessa ampliação também consta o plano de entrar em grandes cidades, como Porto Alegre e Curitiba. Hammerschmitt permanece como o principal executivo. Também serão mantidos os atuais diretores aos quais estão se somando mais dois gestores, trazidos pela Advent, e com grande experiência no mercado de varejo brasileiro, para ocupar os cargos de vice-presidente e diretor financeiro. A marca e o perfil das lojas, com um tamanho médio de mil metros quadrados, serão mantidos.

Os próximos 100 dias serão de organização da nova estrutura, inclusive dos papéis a serem desempenhados pelos novos gestores. Internamente, o anúncio foi feito no domingo para os gerentes das lojas que, ontem pela manhã, apresentaram a todos os funcionários um DVD com as informações sobre a nova fase da companhia.

A Quero-Quero, fundada em 1967 e com sede na cidade de Santo Cristo, noroeste do Estado, possui 170 lojas no conceito casa e construção - materiais de construção, eletrodomésticos e móveis -, todas instaladas em cidades médias e pequenas no interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A varejista também conta com uma empresa de cartões de crédito, a VerdeCard, com dois milhões de cartões emitidos e com uma rede adquirente de mais de 20 mil pontos de venda. A compra da financeira está sujeita à aprovação do Banco Central. A expectativa da Quero-Quero é faturar cerca de R$ 700 milhões em 2008.

Há mais de três anos a Quero-Quero vinha sendo assediada por grupos econômicos brasileiros e internacionais. A rede investiu na profissionalização, implantou a governança corporativa e começou a avaliar opções de crescimento. Há um ano, assinou uma carta não-vinculante com a Advent, que durante esse período realizou um trabalho de auditoria. "Escolhemos esse parceiro porque, além de ter a melhor proposta, a Advent se interessou em manter a nossa operação e disponibilizar recursos para o crescimento", conta o presidente.

De acordo com levantamento da consultoria Gouvêa de Souza & MD, o varejo de material de construção movimentou cerca de R$ 60 bilhões no ano passado. As quatro maiores redes (C&C, Leroy Merlin, Telhanorte e Dicico) são responsáveis por apenas 5,4% do mercado. A Quero-Quero deve estar entre as dez maiores em faturamento.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Advent compra rede gaúcha Quero-Quero

Após um ano e meio de negociações, o fundo americano Advent está concluindo a compra do grupo gaúcho Quero-Quero por um valor estimado em aproximadamente 200 milhões de reais. Segundo EXAME apurou, o anúncio será feito no início da próxima semana. Mais da metade da receita do grupo Quero-Quero, estimada em 600 milhões de reais para este ano, vem da venda de material de construção. A rede, fundada há 40 anos e com 180 lojas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, também comercializa eletroeletrônicos e móveis. O fundo Advent comprou 95% do Grupo Quero-Quero, incluindo sua financeira, a administradora de consórcios e a empresa de cartões de crédito, com mais de 1,5 milhão de unidades emitidas. A aquisição das operações financeiras, porém, ainda deve ser aprovada pelo Banco Central.

Wilmar Hammerschmitt, atual presidente e um dos acionistas do Grupo Quero-Quero, vai para o conselho de administração. A presidência da empresa está sendo disputada pelos executivos Daniel José, atual vice-presidente da rede, e por um ex-diretor da Dicico. Com a aquisição, o fundo Advent quer aproveitar o bom momento da construção civil no país, que tem aumentado a demanda por materiais como tijolo, cimento e aço. O fundo estaria estudando outras aquisições de redes do segmento no Rio Grande do Sul. Durante as negociações, o fundo Advent foi assessorado pela consultoria Delloitte. O grupo Quero-Quero recebeu assessoria das consultorias Value e Cavalcante. Procurados, os envolvidos não quiseram se manifestar.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Quero-Quero pode ser vendida

A gaúcha Quero-Quero, uma das maiores redes de varejo de material de construção do Brasil, está sendo negociada com o fundo Advent, informa a edição da Gazeta Mercantil desta sexta-feira, 22.

A transação pode ser realizada até setembro, quando termina a fase de auditoria, revela a reportagem. Outra informação da Gazeta é que se concretizada a compra, a empresa terá sua sede transferida de Santo Cristo, no interior do estado, para Porto Alegre.

Wilmar Hammerschmitt, atual diretor presidente, ainda continuaria com uma fatia no negócio, mas se afastaria da gestão, indica a matéria.

A venda seria motivada pelo aquecimento do setor no Rio Grande do Sul e a chegada do concorrente Leroy Merlin, um dos líderes no segmento no Brasil.

A receita da Quero-Quero é estimada em R$ 1 bilhão para 2008. A empresa nega a venda, que também não é confirmada pela Advent.