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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Construção civil sente os primeiros efeitos da crise mundial

O setor da construção civil, que hoje emprega cerca de 2,2 milhões de trabalhadores no país, começou a demonstrar desaquecimento no mês de outubro, diante da crise internacional. Dados dos sindicatos patronais e de empregados mostram aumento nas demissões e contenção nos lançamentos de projetos novos.

O Sindicato da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de São Paulo reduziu sua expectativa de crescimento do setor, que era de 25% a 30% em 2008, para cerca de 15%. O sindicato patronal detectou ainda um decréscimo de cerca de 15% no número de interessados em comprar imóveis novos nos plantões de lançamentos. Para 2009, a estimativa é de pequeno crescimento do setor.

“O que impactou é que alguns bancos acabaram elevando a taxa de juros do crédito imobiliário. Isso evidentemente atrapalha. Entendo que isso pode ser um fator mais pernicioso do que os efeitos da crise em si”, disse, em entrevista a Agência Brasil, o vice-presidente do Sindicato da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Flávio Prando.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo já registra efeitos negativos da crise internacional e da diminuição de crédito no setor. Pesquisa monitorada pela Fundação Getulio Vargas indica que cerca de cem mil postos de trabalho da construção civil serão fechados até o final do ano. Em 2009, o setor deve deixar de contratar cerca de 175 mil empregados diante do quadro de crise.

“Para se ter idéia, a quantidade de homologações [de demissões] era de 40 por dia no sindicato. Hoje, está em 150. Isso começou no final de outubro para cá. Havia 15 mil vagas abertas em setembro e não havia gente para colocar. Tanto é que em setembro nós empregamos 4.700 pessoas por aqui. Já em outubro e novembro há apenas 460 pedidos de contratação e para setores muito especializados”, afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antonio de Sousa Ramalho. De acordo com ele, os cortes no setor, até o momento, atingiram os profissionais mais qualificadas, como engenheiros, projetistas e mestres de obra.

Para o consumidor final, o momento turbulento pode ser apropriado para a compra de um imóvel novo. “O preço deve cair, já está caindo. Acho que quem está interessado em comprar imóvel deve fazer uma reflexão, dar uma seguradinha. E ver se não tem nenhum ajuste nos financiamentos, principalmente nos juros”, diz Ramalho.

Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Simão, é muito difícil, na atual conjuntura, fazer um prognóstico sobre os preços. "Seguramente não haverá aumento, porque já vai haver uma queda da produção e é bem provável que haja uma estabilização de preços. Eu não acredito em queda de preços no momento. No futuro, dependendo da evolução dessa crise, vai depender muito da oferta e da procura”, pondera.

O vice-presidente do SindusCon-SP discorda que o preços dos imóveis possa diminuir. Para ele, até um acréscimo é esperado. “Acho que os preços se mantêm ou, a rigor, podem até subir um pouco mais adiante, porque houve um acréscimo de custos durante este ano, que ainda não tinha sido repassado suficientemente para os preços finais”, disse.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Construção civil contratou 42.191 mil novos trabalhadores em todo o País

A construção civil brasileira contratou 42.191 mil novos funcionários no mês de agosto. O número é 0,26% menor que no mês de julho, quando o setor registrou 42,3 mil. No ano, o saldo de empregos no setor subiu 17% em agosto (313,6 mil a mais). O total de empregados pelo setor no Brasil chega a 2,148 milhões.

Os dados são da pesquisa mensal do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos (Fundação Getúlio Vargas), com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego. No período de 12 meses terminados em agosto deste ano, a indústria da construção civil brasileira gerou 357 mil novas vagas com carteira assinada, registrando crescimento de 20%. Para o SindusCon-SP, o resultado demonstra que os efeitos da crise financeira não deverão ser sentidos na construção civil em curto prazo.

A maior variação mensal percentual do nível de emprego na construção civil foi no Centro-Oeste, que registrou alta de 2,53% em agosto e contratou 4,1 mil novos trabalhadores, comparado a julho. Com 1,93%, o Sudeste obteve o menor o crescimento entre as regiões brasileiras, no entanto, foi a região que mais contratou trabalhadores: 22.764.

No Estado de São Paulo, a construção civil paulista empregou 11.548 trabalhadores - aumentos de 1,97% no mês e de 21,09% em doze meses. No fim de agosto, a construção civil empregava 598,8 mil trabalhadores no Estado. O município de Santo André (Grande São Paulo) se destacou ao empregar mais 2.191 pessoas, uma alta de 7,51% no mês. Presidente Prudente teve uma elevação de 3,59% em agosto e acumula crescimento de 37,25% no nível de emprego do setor em 2008. O índice médio do estado é de 16%.

Na Capital paulista, o avanço do índice nos oito primeiros meses do ano foi de 16%, com a criação de 39,4 mil postos de trabalho. Em agosto, foram contratados 4,8 mil funcionários, uma alta de 1,7% sobre julho. Já nos últimos 12 meses, o crescimento acumulou 21,9%. Com isso, o estoque de mão-de-obra da construção civil no município de São Paulo acumulava 286,7 mil empregados com carteira registrada.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Construção civil lidera crescimento de emprego em 12 meses

O setor da construção civil fechou agosto deste ano com crescimento de 11,4% em relação ao mesmo mês de 2007 e liderou a relação proporcional entre os setores pesquisados pela Fundação Seade e do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
De julho de 2008 para o mês passado, o setor também ficou a frente com crescimento de 2,6% nas pessoas empregadas. Segundo o levantamento, a construção civil é seguida pelo comércio (7,9%), serviços (5,9%), outros (2,7%) e indústria (0,9%). No total, o acréscimo de pessoas empregadas atingiu 5,4% em um ano.
Em agosto de 2007, existiam 849 mil pessoas empregadas na construção civil enquanto no mesmo mês deste ano foi verificada a existência de 946 mil trabalhadores.
Em 12 meses, a região metropolitana de Recife registrou o maior percentual de crescimento (15,7%) da construção civil entre as seis capitais pesquisadas. Em segundo lugar aparece Belo Horizonte, com 14,1%, seguido por Salvador (13,3%), São Paulo (10,6%), Distrito Federal (8,7%) e Porto Alegre (8%).
Apesar da alta no ano, Recife também aparece com destaque negativo na geração de vagas na construção civil, com redução de 4,8% entre julho e agosto deste ano. A região metropolitana de Porto Alegre foi a outra que registrou queda do emprego no setor, com índice negativo de 2,1%. Belo Horizonte (6,6%) e São Paulo (3,9%) puxaram a média total para 2,6% no mês. Salvador e Distrito Federal fecharam agosto estável em relação a julho.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Crescem empregos na construção civil

De janeiro a julho deste ano, a indústria da construção civil brasileira contratou 271,4 mil trabalhadores, o que representa um aumento de 103% em relação ao número de contratados dos primeiros sete meses de 2007, segundo pesquisa divulgada hoje (16) pelo Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) e realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), com base nos dados do Ministério do Trabalho. Em julho, foi registrada uma variação positiva de 2% nas contratações, ante o mês anterior. No ano, a alta é de 14,8%.
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Construção civil chegou a dois milhões de empregos com carteira assinada

O Brasil precisa rever seu projeto educacional. Foi um crime acabar com as escolas técnicas e agora colhemos as conseqüências. Está faltando mão-de-obra preparada para trabalhar na construção civil brasileira, um setor que não pode parar e que é impulsionado pelo bom momento da economia.

Recentemente, pudemos ver o setor de construção civil chegar a dois milhões de empregos com carteira assinada. O crescimento previsto já foi revisado algumas vezes. Sobram vagas para o setor nas agências de RH e ainda são inúmeros os lançamentos imobiliários em todo o País. Uma mistura de crédito imobiliário com economia fortalecida cria a sinergia que ajuda o setor a prosperar.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Construção emprega mais de 2 milhões

A indústria da construção civil vem registrando recordes sucessivos em 2008. Segundo levantamento do SindusCon-SP e da FGV Projetos, no mês de maio o setor ultrapassou pela primeira vez, desde 1995 quando a metodologia do estudo foi reformulada, a marca de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada.
De acordo com a pesquisa, o estoque de mão-de-obra da construção civil em todo o Brasil já é de 2,020 milhões. Somente nos primeiros cinco meses de 2008, foram criadas 185,3 mil vagas formais, número que está bem próximo aos 206,6 postos de trabalho gerados em todo o ano de 2007.

No acumulado do ano até maio, o crescimento é de 10,1%. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o aumento do total de trabalhadores é 17,5%. No Estado de São Paulo, foram contratados 52,8 mil trabalhadores nos primeiros cinco meses de 2008 - equivalente a uma elevação de 10,2% no ano. Na capital, o índice avançou 10,6% este ano com as 26,4 mil novas vagas formais preenchidas até maio. Em relação ao mesmo mês de 2007, a alta chega a 23,8% e, em maio sobre abril, de 0,8%. A cidade concentra assim 273,6 mil trabalhadores com carteira assinada na construção civil.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Emprego na construção supera 2 mi de vagas no País

O emprego na indústria da construção civil superou a marca de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada em maio no País, chegando a 2,02 milhões, segundo levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da FGV Projetos. Foi a primeira vez em que os empregos formais do setor ultrapassaram a marca desde 1995, quando a metodologia do estudo foi reformulada.

Na comparação com maio do ano passado, foi registrado no mês aumento de 17,5% do número de trabalhadores. Em relação a abril de 2008, houve alta de 1,6%. De janeiro a maio, foram criadas 185,3 mil vagas formais. No acumulado até maio, houve crescimento de 10,1%. Em todo o ano de 2007, o número de novos postos de trabalho foi de 206,6 mil.

No Estado de São Paulo, foram contratados 52,8 mil trabalhadores nos primeiros cinco meses de 2008, com expansão de 10,2%. Nos 12 meses encerrados em maio, o crescimento foi de 21%. O estoque de mão-de-obra da construção civil em São Paulo passou a ser de 568,9 mil. Na capital paulista, houve aumento de 10,6% este ano, com 26,4 mil novas vagas formais. A cidade de São Paulo possui 273,6 mil trabalhadores no setor com carteira assinada.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

O nível de emprego do setor cresceu nos últimos 12 meses 15,5%

Segundo o levantamento do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, o nível de emprego da construção civil registrou alta de 1,9% na região Sul em abril, comparado ao mês anterior. Em números absolutos, foram criadas 5,1 mil novas vagas. Em abril, o Estado que apresentou maior crescimento no índice foi Santa Catarina, com alta de 2,6% em relação a março. Paraná e Rio Grande do Sul apresentaram, respectivamente, altas de 1,9% e 1,3%.

No ano de 2008, o nível de emprego do setor na região cresceu 8%. Já nos últimos 12 meses encerrados em abril, o avanço é de 15,5%. No Brasil, a indústria da construção civil continua contribuindo para o aumento do emprego formal. Segundo o SindusCon-SP e a FGV Projetos, o setor contratou 152,4 mil novos trabalhadores em todo o país no primeiro quadrimestre de 2008. Na base de comparação com o total de trabalhadores registrados no final de dezembro de 2007, o aumento do nível de emprego em 2008 é de 8,3%.

Em abril, foram empregados 38,6 mil novos funcionários, uma variação positiva de 2% ante o mês anterior, o que elevou o estoque de mão-de- obra da construção civil para 1,987 milhão, o maior desde 1995, quando o estudo teve a metodologia atualizada. Já nos últimos 12 meses encerrados em abril, a alta é de 16,6%.

Regiões do Brasil – Com resultados positivos em todas as regiões do país, a maior variação mensal percentual do nível de emprego na construção civil foi no Centro-Oeste, que registrou alta de 3,2% em abril (+4,8 mil trabalhadores), comparado a março. Na região Sudeste, o crescimento foi de 2,3%, ou 25.445 vagas a mais. No Nordeste, foram contratados 1,9 mil trabalhadores, equivalente ao aumento de 0,5%, na base de comparação mensal referente a março.

Mas o principal destaque positivo de abril ficou por conta do Norte, que após três meses de perdas voltou a apresentar crescimento e teve 1,3% de alta no índice, o que representou para a região 1,2 novas vagas na construção civil.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Emprego na construção com carteira assinada é recorde

O ritmo de contratações na construção civil brasileira cresceu 185,5% no primeiro trimestre deste ano, na comparação como o mesmo período do ano passado, de acordo com a pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da Fundação Getúlio Vargas Projetos. Com este desempenho, no final de março, foi recorde o número de trabalhadores com carteira assinada na construção civil: 1,948 milhão. O resultado equivale a um avanço de 16,8% na comparação com o número total de trabalhadores no setor em março do ano passado.
De acordo com o estudo, foram criadas 113,8 mil vagas no setor entre janeiro e março, mais da metade do total de vagas geradas em todo o ano de 2007 (206,6 mil). Janeiro, segundo o levantamento, foi o melhor mês para as contratações, com 43,6 mil novas vagas, seguido de março, 39,2 mil, e fevereiro, 30,9 mil.
"A construção civil vive um momento de sólido crescimento. Esses dados comprovam que a crise internacional não atingiu o setor, que tem plenas condições de manter o desempenho para corresponder à expectativa de crescer 10,2% em 2008", analisa o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti.

São Paulo
No Estado de São Paulo foram criados 37,3 mil postos na construção no primeiro trimestre, alta de 126,6% ante o mesmo período de 2007, totalizando 553,4 mil trabalhadores no setor. Na capital paulista foram criados 17,5 mil novos empregos com carteira assinada de janeiro a março - um aumento de 96% nos três primeiros meses do ano sobre o primeiro trimestre de 2007.

Centro-Oeste
O destaque nacional foi a Região Centro-Oeste, que registrou crescimento de 665,9% no número de contratações no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, com a geração de 11,7 mil postos.

No Nordeste, a expansão das contratações foi de 337,2% na mesma base de comparação, enquanto no Sudeste foi de 148%, e no Sul, de 115,7%. Já as contratações no setor da construção civil na Região Norte encolheram: no primeiro trimestre, a região perdeu 47 postos de trabalho, após a diminuição de 671 postos nos três primeiros meses de 2007.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

IBGE: Construção lidera emprego informal

Os ocupados por conta própria nas atividades de pedreiros e vendedores foram destacados na pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 30, pelo IBGE sobre a inserção informal no mercado de trabalho. Em março de 2008, dos 4,1 milhões dos trabalhadores por conta própria nas seis regiões metropolitanas do País analisadas pelo instituto, 1,6 milhão estavam alocados no grupamento da construção. Desse total, segundo o estudo, 651 mil exerciam a ocupação de pedreiro.

Do total de pedreiros, 99,6% eram homens e a maior parte (58,7%) eram negros ou pardos. No que diz respeito à faixa etária, o maior porcentual (43,7%) dos pedreiros tinha 50 anos ou mais de idade.

Quanto ao nível de instrução, a grande maioria (63,5%) dos pedreiros que trabalha por conta própria na construção não tem o ensino fundamental de primeiro grau ou elementar concluído. O rendimento médio dos pedreiros nas seis regiões era de R$ 623,00 em março.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Construção civil bate novo recorde

O número de trabalhadores formais da construção civil atingiu o patamar de 1,9 milhão, o maior estoque de mão-de-obra desde 1995, conforme dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da FGV Projetos. No total, foram contratados 74,6 mil trabalhadores no País entre os meses de janeiro e fevereiro.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Nível de emprego na construção é o melhor desde 1995

O número de trabalhadores formais do setor de construção civil no País chegou a 1,9 milhão em fevereiro, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e a FGV Projetos. Foi a maior quantidade de trabalhadores com carteira assinada no setor desde 1995, quando a metodologia de cálculo foi modificada (a comparação com períodos anteriores, portanto, não é possível).No primeiro bimestre, foram contratados 74,647 mil trabalhadores, com crescimento acumulado de 4,07%. A expansão foi de 15,8% no acumulado dos últimos 12 meses.No Estado de São Paulo, houve alta de 5% no número de trabalhadores no primeiro bimestre. Foram contratados 25,7 mil pessoas, totalizando 541,8 mil trabalhadores formais. Na capital paulista, houve aumento de 5,11% nos dois primeiros meses do ano, com 12,638 mil contratações.A maior alta por região, no primeiro bimestre, foi registrada no Centro-Oeste (6,6%), seguida pelo Sul (4,4%), Sudeste (3,3%) e Nordeste (3,3%). Na região Norte, houve retração de 0,4%.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Marun discute qualificação de mão-de-obra no setor da Construção Civil

Carlos Marun, Secretário de Estado de Habitação, esteve em reunião hoje (03) com representantes da Federação e do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil (Sintracon), e com a diretoria do Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de MS (Sinduscon), para discutir a ausência de capacitação dos trabalhadores do setor. Segundo Jary Castro, presidente do Sinduscon, a principal reclamação entre os empreiteiros é a dificuldade na especialização da mão-de-obra dos trabalhadores na construção civil.“Essa falta de especialização reflete na qualidade das obras, pois, a produtividade é baixa, temos muito retrabalho e consequentemente não conseguimos cumprir os prazos e os valores contratados no inicio das obras”, esclareceu Jary.
Para o presidente do Sinduscon, ao invés de cada entidade trabalhar isoladamente para solucionar o problema de falta de capacitação profissional resolvemos unir forçar entre as entidades laborais e patronais para buscarmos a melhor solução.Marun disse que devem ser tomadas duas atitudes uma emergencial e outra permanente. A emergencial seria a capacitação de um numero substancial de trabalhadores para atender a demanda do Estado. Já em um segundo momento buscar um modelo de escola da construção civil que atenda de maneira ininterrupta na profissionalização do setor.
“Mato Grosso do Sul vive um novo momento, devido ao Governo de André Puccinelli. Obras estão sendo lançadas quase semanalmente, não só no setor habitacional há a necessidade de trabalhadores qualificados, mas nos demais setores também”, enfatizou o Secretário.Conforme João Gomes Araújo, presidente da Federação dos Trabalhadores, a construção civil no Estado passou por uma recessão de 20 anos. Por isso, os trabalhadores não se especializaram e alguns até abandonaram a profissão.Porém a tecnologia empregada na construção civil evoluiu, a demanda hoje em Mato Grosso do Sul exige tal aperfeiçoamento. Contudo os trabalhadores não preenchem os quesitos necessários para atender o setor. “Há o desemprego entre a categoria. Porém há a necessidade urgente de especialização”, finalizou João Gomes. Por isso, Sinduscon, Sintracon e a Federação procuraram Carlos Marun para somar forças com o Governo do Estado e assim estabelecer parcerias para que através do SENAI possam buscar a melhor solução para atender a carência do setor.Participaram da reunião: Jary de Carvalho e Castro, Alonso Resende do Nascimento e Kleber Luiz Recalde – diretoria do Sinduscon, João Gomes Araújo presidente da Federação dos Trabalhadores na Construção Civil e José Manoel Jacques, vice-presidente da Sintracon. Nova Andradina também sofre com a falta de mão-de-obra especializadaRoberto Hashioka, prefeito de Nova Andradina também esteve na Sehab e disse que no município tem sentido as conseqüências da falta de especialização no setor da construção civil. “Infelizmente para suprirmos à carência do setor estamos trazendo mão-de-obra de outros estados para que possamos suprir a demanda”.“Comprovamos através do prefeito Hashioka que o problema não é isolado, apenas na Capital. Mas, todo o Estado ganhará com a implantação dessa escola”, finalizou Marun.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Aqui tem emprego - Construção Civil

A construção civil é um setor que caminha a passos largos para o desenvolvimento da economia brasileira. Seja por gerar riquezas, empregos ou por participar do incremento do PIB, a área encontra-se em franca expansão.O nível de emprego na indústria da construção civil bateu recordes em 2007 e fechou com alta de 13,3%, a maior desde 1995, como aponta o levantamento feito pelo Sinduscon-SP. Foram criados mais de 206 mil postos de empregos formais, com um total de 1,7 milhão de trabalhadores no setor."
São Paulo continua despontando como o centro das novidades para está economia. O número de lançamentos imobiliários, feiras e de investimentos internacionais para o setor que acontecem neste Estado são superiores aos do restante do País. Nem mesmo a crise imobiliária americana afastou o crédito internacional das obras feitas por aqui. Acreditamos que toda essa cadeia de suprimentos, equipamentos e produtos deverá crescer ainda mais em 2008", destacou o diretor da rede de franquias Casa do Construtor - Aluguel de Equipamentos, Altino Cristofoletti Junior.
Em outros estados, o crescimento também aconteceu de forma bastante expressiva. O estado que apresentou a maior alta em 2007 foi Tocantins, com aumento de mais de 60% na contratação de mão-de-obra, em comparação a 2006. Porém, a região que mais se destacou no aumento do nível de emprego da construção civil foi a Norte, com alta de 21,2% - desempenho acima da média nacional.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Construção civil sofre com falta de mão-de-obra

A indústria da construção civil em Campo Grande sofre com déficit de 5 mil trabalhadores. O número é estimado pelo presidente do Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande), Samuel da Silva Freitas. De acordo com o sindicalista, a fuga para a informalidade e a falta de mão-de-obra qualificada são as causas do problema.
Freitas baseia sua estimativa no volume de empresas que procuram o sindicato em busca de trabalhadores. “Apenas uma empresa de Campo Grande precisa com urgência de mais de 300 profissionais”, informa.
O sindicalista explica que a falta de trabalhadores para suprir a demanda do mercado formal da construção civil tem duas razões: os baixos salários, que estimulam a corrida para a informalidade, e o despreparado de trabalhadores.
Conforme Freitas, os salários médios pagos pelas empresas é muito inferior ao rendimento mediano dos trabalhadores que estão na informalidade. “Um oficial ( profissional do setor, que não trabalha como servente) ganha, como autônomo, cerca de R$ 250 por semana. E as empresas pagam R$ 550 por mês”, compara. Neste caso, a renda oriunda da informalidade é 80% maior que a do mercado formal.
Além de menores que os adquiridos na informalidade, os salários pagos pelas empresas de construção civil estão defasados, conforme Freitas. Segundo ele, o piso salarial do servente de pedreiro em Campo Grande é de R$ 400. “É um valor menor que o do salário mínimo”, lembra.
Outro dado indica a defasagem salarial no setor. De acordo com Freitas, em 1995, o ganho salarial do oficial da construção civil correspondia a 2,2 salários mínimos. Para acompanhar esse patamar, o provento atual deveria ser de R$ 836. Ou seja, o salário de R$ 550, pago pelas empresas, é 52% inferior ao que deveria estar recebendo o oficial. Para fugir dos baixos salários, os trabalhadores campo-grandenses estão também migrando para o interior. Conforme o sindicalista, o destino mais procurado é a cidade de Três Lagoas, onde o salário médio do setor é de R$ 850.

Capacitação e salários atrativos
O presidente do Sintracom acredita que o problema possa ser resolvido com investimentos governamentais em cursos de capacitação e com o aumento salarial.
O sindicato está negociando reajuste salarial de 20% sobre os atuais R$ 400 (pagos a servente) e R$ 550 (salários dos oficiais). A primeira mesa de negociações ocorreu ontem e terminou sem acordo. “Em meados da próxima semana, estaremos nos reunindo para uma nova rodada de negociações”, conta.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Emprego na Construção Civil cresce 400% em relação a fevereiro de 2007

O resultado da geração de empregos no mês de fevereiro foi 38,4% maior do que o apresentado no mesmo mês de 2007. Foram 204.963 trabalhadores com a carteira assinada nas mãos, contra 148.019 no ano passado. Este resultado, segundo o Ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi, é o recorde da história do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para um mês de fevereiro.
Ainda que o setor de Serviços tenha sido o que mais gerou vagas em números absolutos (74.441), a surpresa foi mesmo a Construção Civil. A alta em relação a fevereiro do ano passado foi de nada menos que 400%. Foram 27.574 postos formais criados, sob apenas 5.522 em fevereiro de 2007. Com esse desempenho, o estoque de trabalhadores na Construção Civil passa a ser de 1,6 milhão de pessoas em todo o país. – Isso só prova o que já vínhamos alertando: o setor da Construção Civil está crescendo muito no país e é sem dúvida o grande destaque na geração de empregos. Isso não é à toa. Se deve muito por conta da atuação do governo para fomentar o setor. Aqui no Ministério temos realizado várias ações desde 2007 para que o resultado seja esse. Só no ano passado, por exemplo, o Conselho Curador do FGTS proporcionou mais acesso ao crédito para a compra da casa própria. Isso leva ao aumento da demanda por imóveis e consequentemente à necessidade de mão-de- obra para construí-los, destacou o ministro. O orçamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para financiamentos em 2008 é recorde: R$ 17 bilhões. Em 2007, uma série de medidas foram tomadas pelo Conselho Curador do FGTS, presidido pelo ministro do Trabalho e Emprego, para facilitar o financiamento da casa própria: Os costistas do Fundo terão uma linha exclusiva de crédito de R$ 1 bilhão para imóveis de até R$ 350 mil (Pró-Cotista). Também ganharam o direito de usar até 80% do seu saldo para quitar financiamento de imóveis e tiveram uma redução de 0,5% nas operações de crédito de habitação popular. Os financiamentos de imóveis para a população que ganha entre R$ 3.900 e R$ 4.900 tiveram os juros reduzidos de 8% para 6,5% ao ano. Já para as obras de habitação conduzidas pelo setor público através do Pró-Moradia, a diminuição foi de 6% para 5%. A renda subiu de quatro para seis salários-mínimos a renda máxima de famílias que podem pagar até 80% do valor da prestação de imóveis residenciais com recursos do FGTS. A renda familiar máxima para financiamentos subiu de R$ 3,9 mil para R$ 4,9 mil nas capitais e regiões metropolitanas de SP, RJ, DF e das regiões Sul e Sudeste. Segundo o ministro, novos benefícios poderão ser aprovados em 2008.
– Criamos um grupo de trabalho que irá estudar e sugerir propostas para que o conselho possa beneficiar aquele que é, de fato, o verdadeiro dono dos recursos do fundo, o trabalhador com conta vinculada, concluiu Lupi.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Falta mão- de - obra qualificada na construção civil de Arapongas

A falta mão-de-obra qualificada na construção civil de Arapongas e região preocupa o setor. Estudos apontam um crescimento de até 10% na construção civil em relação ao ano passado. Esse quadro tem levado instituições de ensino, sindicatos, federações e outras entidades a oferecer cursos na área.
Mas de acordo com sindicalista Ataíde Botelho do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil e no Mobiliário de Arapongas, as vagas não são preenchidas.
Ele lembra que nos anos 60, 70 e 80 havia muitos jovens que procuravam vagas nas empresas de construção civil. “Na nossa época tínhamos a opção de ajudante ou pedreiro na construção civil. Também tinha jovens que buscavam ser aprendiz em oficinas mecânicas. Esse último era o sonho de muitos garotos. Hoje não. É difícil achar um jovem interessado nestas duas profissões”, acredita. Atualmente as vagas do setor são preenchidas por homens de acima de 30 anos.
Para o sindicalista, o salário da construção civil tem que melhorar bastante para poder atrair pessoas para o setor, pois é um trabalho difícil, árduo, mas o ganho não é satisfatório. Ataíde diz que o salário de um ajudante de pedreiro está em torno de R$ 600 e um vale compra de R$ 194.

Emprego na construção civil quintuplica

A construção civil foi o setor econômico que registrou o maior aumento na geração de empregos, em fevereiro, em comparação ao mesmo período do ano passado (fevereiro/2007). O crescimento foi de quase 400%.
Em fevereiro de 2007, foram registrados 5.522 novos postos no setor, enquanto em fevereiro de 2008, o volume subiu para 27.574. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (18) pelo Ministério do Trabalho.
O recorde do setor era de 2006, quando foram criados 14.993 postos.“Apesar dos recordes anteriores, ela [a construção civil] teve o melhor resultado da história, praticamente o dobro de 2006”, observou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
Em comparação à fevereiro de 2007, todos os setores produtivos registraram alta. Em termos absolutos,o setor de serviços foi o que gerou mais empregos. Dos 204.963 postos de trabalho criados no mês passado, 74.441 estão na área. “O crescimento [do número de postos de trabalho no setor de serviços] é principalmente por causa das escolas, da volta às aulas”, explicou. Sozinho, o setor de ensino foi responsável pela geração de 31.489 vagas.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Preços dos materiais sobem entre 4% a 8% no CE


Tubos e conexões de PVC, fios e cabos, tintas, vernizes, ferragens e pisos foram reajustados em janeiro e fevereiroA indústria da construção civil elevou o preço de alguns materiais este ano. Tubos e conexões de PVC, fios e cabos, tintas, vernizes, ferragens e pisos estão mais caros, em relação aos preços do ano passado. Os valores destes produtos sofreram alta de 4% a 8%, em janeiro e fevereiro.
Tubos e conexões de PVC, fios e cabos foram reajustados por conta do crescimento nos preços do petróleo, segundo o presidente do Sindicato da Construção Civil (Sinduscon-CE), Roberto Sérgio Ferreira.
Varejo
O setor registrava um crescimento no segundo semestre do ano passado e conseguiu manter este desempenho até janeiro deste ano, que é um mês historicamente fraco para as vendas de material de construção no varejo.
A avaliação é do Sinduscon-CE e de alguns lojistas do setor, em Fortaleza, consultados pela reportagem. De acordo com Ferreira, as vendas no varejo caíram 25%, em fevereiro. ´Janeiro foi um pico nas vendas´, comenta. ´Fevereiro é um mês menor e com Carnaval, o que contribuiu para esta queda´.
Segundo o dirigente, a expectativa para o restante do primeiro semestre depende do inverno. ´As chuvas inibem reformas e pequenas construções, que impulsionam o varejo do setor´, diz Ferreira.
As lojas consultadas divergem entrem os resultados dos dois primeiros meses do ano. Na Mastercol, por exemplo, o gerente Flávio Machado diz que estes foram os piores meses, desde o segundo semestre do ano passado. ´A previsão é começar a recuperar as vendas a partir de maio´, diz.
Na Construção e Cia, o gerente geral Helder Teixeira observa que janeiro teve boas vendas, mas em fevereiro houve um declínio. Na Normatel, o gerente de marketing, Roberto Trigo, contabiliza que estes dois últimos meses mantiveram o ritmo de vendas de dezembro. Na Apiguana, o subgerente Francisco Sampaio, diz que as vendas foram puxadas por produtos de irrigação, proteção e ferramentas, mas os materiais de construção civil não seguiram este comportamento.
Indústria
Para as construtoras, o Sinduscon-CE estima que as licitações de obras estadual e municipal devem reaquecer a indústria da construção civil no Estado.
NO PAÍS
O faturamento total das vendas internas de materiais de construção apresentou crescimento de 29,03% em janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado, no País, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Ao contrário do comportamento típico do setor — em que os meses de janeiro normalmente apresentam queda em relação a dezembro —, no primeiro mês de 2008, o faturamento ficou 6,77% acima do atingido em dezembro de 2007.A expectativa do setor, segundo a Abramat, prevê para este ano um crescimento de 12%, em relação a 2007.
O desempenho dos materiais de base contribuiu para o resultado atingido, mais do que o dos materiais de acabamento. Para o mercado externo, o cenário se inverte. As exportações de materiais de construção, neste mês, apresentaram queda de 20,09% em relação ao mês anterior. Em relação a janeiro de 2007, o faturamento das exportações totais registrou recuo de 33,68%. Neste mês, houve queda no faturamento das exportações tanto nos materiais de base como nos de acabamento.
Mão-de-obra
O número de funcionários do setor apresentou, em janeiro, expansão de 5,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em relação a dezembro de 2007, houve alta de 0,41%.

terça-feira, 4 de março de 2008

Criação de empregos na construção civil no DF deve bater recorde em 2008

A construção civil no Distrito Federal promete ser o segmento que mais crescerá em 2008, com a expectativa de criação de pelo menos 8 mil novos empregos. A aposta é do próprio sindicato da categoria, o Sinduscon. De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego do DF (PED), realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o setor registrou aumento de 6,3% na criação de novos postos de trabalho no período de um ano (de janeiro do ano passado até o mesmo mês de 2008). O coordenador de Pesquisa do Dieese, Antônio Ibarra, confirma que o setor da construção civil desponta para ser o primeiro colocado em termos de geração de emprego no DF em 2008. Segundo ele, a alta de 6,3% na criação de empregos, que representa 3 mil novas vagas, poderia ser ainda maior, uma vez que o governo não realizou um número elevado de obras no ano passado, em função de burocracias como a demora das licitações. Neste ano, porém, Ibarra avisa que o segmento da construção civil está aquecido e que haverá grande demanda em função de obras já previstas pelo Governo do Distrito Federal e também pela iniciativa privada. Atualmente, 51 mil pessoas estão empregadas no setor. O vice-presidente administrativo financeiro do Sinduscon, Luiz Carlos Botelho, acredita que o número de empregados no segmento chegará facilmente a 60 mil. “Daqui para maio, teremos uma perspectiva mais segura se o aumento (de empregos) será de 8 mil ou poderá chegar a te 16 mil”, avalia Botelho. Em 2007, no quesito geração de empregos o segmento da construção civil ficou atrás apenas do comércio e administração pública. A boa perspectiva de crescimento do setor em 2008 se dá, segundo Botelho, em virtude das obras programadas do programa Brasília Integrada, que dispõe de recursos milionários advindos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), além do início da construção do Setor Noroeste e do Parque Tecnológico Capital Digital, a chamada Cidade Digital. “Este ano promete para a construção civil”, afirma. O intenso ritmo de obras em Águas Claras também deverá impulsionar o segmento neste ano. De acordo com Luiz Carlos Botelho, além de novos prédios residenciais, a cidade investe em infra-estrutura e projeções comerciais. Ele lembra que Águas Claras é considerada o maior canteiro de obras da América Latina. Botelho acrescenta que o bom momento da construção civil fica evidente ao se constatar que chega a faltar profissionais especializados, como engenheiros civis e arquitetos.